Chega dessa frescuragem de LGBT que é só mais uma desculpa moralmente aceita para nos banharmos do pecado do consumismo por intermédio diversas marcas e músicas industriais das maiores produtoras de música pop que nos incentivam à uma cultura vazia de ostentação, falso glamour e busca insaciável pela aceitação social por intermédio de exibição social e compartilhamentos vagos e nos depararmos com a verdadeira Música Arte, feita isenta desses pecados que visam somente a venda e que nos incentiva a critircar, sem bandeira erguida a não ser o do pensamento próprio, por intermédio da sua aproximação única, amoral e distinguível.
Não estou bêbado. Só chato. Não sou homofóbico. gosto de pudim